Around the world: Tailândia!

Olá, pessoal! Como passaram de final de semana? Espero que todos muito bem! E, para começarmos a semana com o pé direito e muito inspirados, iniciaremos uma série sobre a Tailândia, escrita especialmente pelo nosso colunista Affonso Recipute!

Todos os dias iremos acompanhar uma parte do roteiro maravilhoso, que ele fez durante 15 dias, com muitas curiosidades e informações inspiradoras para quem tem vontade de conhecer esse destino tão lindo! Sim, estou babando até agora com as fotos e histórias!

A Tailândia sempre foi um sonho para mim, a princípio, muito distante de ser realizado com a grande distância que separa os dois países. Mas, de certa forma, sempre me senti ligado a esse país, e a partir do momento, que estava com meu ticket em mãos, eu já sabia que alguma coisa iria mudar na minha vida, já sabia que se me entregasse a essa viagem, no sentido de estar aberto a novas experiências e vivências, isso me ajudaria e me transformaria num ser humano melhor. A Tailândia me ensinou que um sorriso sincero vale mais do que mil palavras!

Antes de mais nada, gostaria de compartilhar aqui, momentos únicos que vivi nesse pequeno grande país.

Para começar, falando do meu roteiro, que abrangeu Bangkok, Chiang Mai, Chiang Rai e e a majestosa Ilha de Phuket; a viagem para a Tailândia, para quem vem do Brasil, é muito desgastante! No meu caso, fiz o trajeto Natal – São Paulo – Abu Dabhi – Bangkok, num total de 27 horas de vôo, sem contar o tempo de espera em aeroportos.Mas, digo com toda certeza, que todo esse esforço é válido e recompensado quando se entra no país e se depara com o colorido dos templos, a riqueza de detalhes de cada palácio e a simplicidade e simpatia do povo tailandês!

por informação: para gente já ir começando a se familiarizar com essa famosas letrinhas que fazem parte do alfabeto tailandês:

Alfabeto

A moeda local é o baht, que eles pronunciam de um jeito meio fanhoso e dizendo “bâr”. 1 baht equivale a 7 centavos de real, uma moeda bem fraca, sendo um dos motivos por que considero a Tailândia um ótimo destino para brasileiros. E a moeda ainda tem valor pra eles, por que se pode comprar muita coisa com 10 baht = R$ 0,70.

Essa é uma nota de 100baht com a figura do respeitadíssimo Rei!

moeda

 A primeira impressão realmente é a que fica! Ao chegar desembarquei no lindíssimo Aeroporto Internacional Suvarnabhumi, fiquei impressionado com tamanha suntuosidade. Turistas de todo o mundo indo e vindo em todas as direções, centenas de esteiras rolantes, carrinhos de golf circulando com passageiros prioridade, e, pra minha surpresa, no meio de tanta tecnologia, milhares de orquídeas, tão coloridas que tive que ir tocar para ver se eram naturais! Rsrsrs.

O aeroporto é do início ao fim decorado por flores naturais e por estátuas de Budistas, fica a 25km do centro de Bangkok e possui a mais alta torre de controle do mundo, com 132m de altura. O brasileiro não precisa de visto para entrar na Tailândia, mas o comprovante de vacina da febre amarela é obrigatório. Deixo aqui uma dica que, com certeza vai economizar muito tempo de quem chega na Tailândia: ao desembarcar não vá direto para fila da imigração! Antes procure pelo departamento chamado Health Control e valide sua carteirinha de vacinação de Febre Amarela, isso evita que se pegue a fila duas vezes!

Bom, de inicio vou começar falando de uma das cidades mais fantásticas do mundo: BANGKOK. A Capital da Tailândia está localizada no centro-sul do país; população em torno de 9 milhões de habitantes e mais de 1500 km² de superfície; 95% da população é budista e eles realmente vivem a religião! Os templos budistas são ultra-mega-super exuberantes, com uma riqueza de detalhes incrível e são vistos em toda parte e onde menos se espera, assim como os monges, com seus mantos e roupas alaranjados, segurando um recipiente como se fosse uma bacia e recolhendo doações nos estabelecimentos e lojas e casas da cidade.

1 - monge

Tudo é fusionado, templo, casa, comércio, e a cidade nunca para. Achei essa curiosidade fantástica sobre Bangkok: a cidade tem o maior nome oficial no mundo! No nosso alfabeto o nome completo de Bangkok tem 167 letras: “Krungthep Maha Nakorn, Amarn Rattanakosindra, Mahindrayudhya, Mahadilokpop Noparatana Rajdhani Mahasathan, Amorn Piman Avatarn Satit, Sakkatultiya Vishnukarn Prasit”. Em bom português, o nome é: “Cidade dos Anjos, Grande Cidade dos Imortais, Magnífica Cidade do Deus Indra, Sede do Rei de Ayutthaya, Cidade dos Templos Brilhantes, Cidade dos Esplêndidos Palácios e Domínios do Rei, Casa do Vishnu e de todos os Deuses”. Para os intimos: Bangkok.

O trajeto do aeroporto para o hotel foi feito de táxi, pagamos em torno de 350 Bath (US$11) – o táxi na Tailândia é muito barato. Mas ainda existem outras formas, muito mais em conta que o táxi, uma delas, e a segunda melhor, são os trens da linha expressa (Express Line), que fazem o trajeto, sem paradas, do Aeroporto Suvarnabhumi à Estação Makkasan (Linha Rosa Clara), com velocidade de 160 Km/h, a um custo de 150 Bath, em torno de US$5. A terceira opção é a City Line, também tem como ponto de partida o aeroporto e te leva até a estação Phaya Thai (Linha Rosa Escura), com paradas entre todas as estações do caminho a um preço que varia de 15 a 45 bath (US$0,5 a US$1,5). As duas linhas funcionam das 6h à 0h, todos os dias.

Optamos pela hospedagem na Khao San Road, a rua mais badalada de Bangkok. A rua respira vida, nunca para. São 24hs de movimento de turistas; motoristas de Tuk Tuk; taxistas; gente saindo e chegando de viagem; massagistas tailandesas gritando o tempo todo “thai massage”; comidas exóticas, como escorpiões, larvas, insetos e outras coisas horríveis que eles comem (rsrsrs)É lá que se pode receber a massagem do excêntrico Fish Spa.

2 - Fish Spa

Recomendo demais o Hotel Khao San Palace! Pagamos a diária de US$20 pelo quarto, com a estrutura de um hotel 4 estrelas. Ah, fica a dica para quem tem problema com barulho: nesse caso eu não recomendo a KSR! Eu adorei, mas por favorrrrrrr, quando forem pedir o quarto em qualquer hotel na KSR, peçam um Silence Room, com isso eles entendem que está sendo pedido um quarto afastado da rua. A Khao San Road bomba à noite, com som altíssimo de boates e barzinhos, que competem o som mais alto. Ou seja, quem se hospedar em quarto com janela para a rua não dorme…

Nosso primeiro dia em Bangkok foi meio light, saímos do hotel e pegamos um Tuk Tuk, um mini táxi, com motor de moto, mais barato que o táxi, e caí meio que numa cilada (rsrsrs) já no primeiro dia, o que me deixou mais esperto por toda a viagem. Deixa eu resumir: os morotistas de TUK TUK tem tipo um combinado com donos de lojas de ternos de grife, geralmente árabes! Esses donos de loja dão aos motoristas 5l de gasolina se o motorista somente levar o turista pra visitar a loja… E eu caí nessa! Rsrsr. Entrei na loja, a pedido do motorista que disse estar arrumando o carro, e quase fui espancado pelo árabe, o dono da loja, depois que vi tudo e não comprei nada! Kkkk. Quando senti que o clima pesou, peguei minha bolsa e sai correndo, como que em filme de terror, rsrsr. Depois desse ocorrido, dei tanto, tanto carão no motorista, que ele não pediu mais nenhuma vez para pararmos em lojas de árabes. Mas, por um lado, foi bom que isso me deixou esperto! Em outras ocasiões, alguns motoristas pediram que entrassem na loja árabe, dando a mesma desculpa, daí eu dizia que iria aguardar do lado de fora.

3 - Tuk Tuk

Os motoristas, de um modo geral, são muito simpáticos a amáveis, mas esse fato não foi nem de longe nada que estragasse nossa viagem e foi o único acontecimento, digamos negativo, em 15 dias de viagem.

Continuando, no primeiro dia, fizemos um passeio de barco pelo Rio Chao Phraya, onde tivemos a oportunidade de avistar os templos que estão ao redor do rio, como o Wat Arun, o Palácio Real e tantos outros palácios; passamos por comunidades que vivem em casas flutuantes, que me lembraram muito o Amazonas; e, ainda visitamos uma comunidade na qual as mulheres criavam verdadeiros mercados sobre canoas, onde se compra de tudo: elas vêm até o barco do turista e oferecem comida, água, refrigerante, souvenires em geral! Passeio muito típico e uma visita recomendada.

4 - Wat Arun

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Para fecharmos o dia, em grande estilo, fui visitar o Royal Grand Palace e Emerald Buddha Temple. É a residência oficial do rei Adulyadej. O Palácio Real é suntuosamente, esplêndido e abriga diversos edifícios administrativos e alguns dos templos mais bonitos da cidade, como o Wat Phra Kaen. No palácio real está instalado o templo mais sagrado da Tailândia, que reverencia o Buda de Esmeralda, um Buda esculpido num único bloco de Jade e está numa posição de meditação. Três vezes ao ano, em uma cerimônia, o rei troca o manto do Buda, para que a nova estação traga boa sorte ao país. Este palácio fica bem próximo da Khao San Road, uns 15 minutos a pé. Ah, lembrando às mulheres de plantão: só é permitida a entrada com ombros e pernas cobertos. A entrada custa 400 baht.

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Como cheguei cheio de gás, meu primeiro dia ainda teve uma saidera na Khao San Road, com diereito a Thai Massage e Fish Spa.

Colunistas - Brasil - Copia

Estou amando acompanhar essa viagem de um amigo tão especial! E. você? Curiosos pelo resto? Amanhã continuamos, hein?! Não vai perder!

 

 

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2 comentários sobre “Around the world: Tailândia!

  1. Pingback: Around the world: Tailândia, parte 2! | Dê Barcelos

  2. Pingback: Luxemburgo – O último Grão-Ducado do Mundo | Dê Barcelos

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