Think Pink: conforto & estilo

Começando a semana e com o penúltimo dia do nosso especial Think Pink – Outubro Rosa! O tema hoje é decoração e, mais especificamente, sofás rosas. Inusitado, esse item podem trazer uma bossa ao ambiente sem ficar extremamente menininha ou parecendo casa de bonecas. E, sobre o câncer de mama, o ponto alto: a detecção precoce!

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O sofá cor de rosa pode ser tão versátil quanto os neutros (branco, bege, cinza) ou os mais vibrantes (amarelo, azul. turquesa, vermelho, laranja) e pode trazer consigo a definição do estilo do ambiente. Ficam bem em salas de estar, escritórios e quartos.

Para evitar ficar com o ar de casa de boneca é importante usá-lo em ambientes mais modernos, com materiais menos convencionais e contrapondo tons neutros.

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Os mais claros ou com ares envelhecidos funcionam com diversos tons e estilos, já os mais pinks ou com fundos mais quentes são excelentes para criar ambientes modernos e marcantes.

Se já tiver um bom sofá que não queira trocar, mas deseja apostar no item, as capas, em bons tecidos e qualidade, podem ser uma boa saída e que permite variar. Ou ainda, se o seu já for de uma cor que combine com o rosa, mantas podem matar a vontade sem grandes choques.

Para quem não tem coragem ou divide o apartamento/casa com alguém que não compre a ideia, uma boa opção são as poltronas e cadeiras, que fazem um charme a mais, mas sem impactar tanto.

As imagens falam muito mais e inspiram infinitamente. Confesso, estou meio louca por um sofá rosa!

Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior e com detalhes!

Saiba uma pouco mais sobre o Câncer de Mama

(Informações do INCA – leia a matéria completa)

Detecção Precoce

Outubro_Rosa_-_Cienpies_Design_2O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura.

É importante que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama. Quando a mulher conhece bem suas mamas e se familiariza com o que é normal para ela, pode estar atenta a essas alterações e buscar o serviço de saúde para investigação diagnóstica.

A orientação atual é que a mulher faça a autopalpação das mamas sempre que se sentir confortável para tal (no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem necessidade de uma técnica específica de autoexame, como preconizado nos anos 80. Essa mudança surgiu do fato de que, na prática, muitas mulheres com câncer de mama descobriram a doença a partir da observação casual de alterações mamárias e não por meio de uma prática sistemática de se autoexaminar, com método e periodicidade definidas.

A detecção precoce do câncer de mama pode também ser feita pela mamografia, quando realizada em mulheres sem sinais e sintomas da doença, numa faixa etária em que haja um balanço favorável entre benefícios e riscos dessa prática (mamografia de rastreamento).

A recomendação no Brasil, atualizada em 2015, é que mulheres entre 50 e 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos. Essa é também a rotina adotada na maior parte dos países que implantaram o rastreamento do câncer de mama e tiveram impacto na redução da mortalidade por essa doença.

Imagens: Pinterest

Beijinhos,

Assinatura Dê Barcelos

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