O ponto de cor

No último domingo fizemos um bate-volta a Campos do Jordão (SP) com uns amigos de Natal que estavam passando uns dias conosco aqui em São Paulo. Como sairíamos cedinho, passaríamos algumas horinhas no carro e o dia fora, queria algo confortável, quentinho e bonito. Vem ver o que escolhi e umas dicas especiais!

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Aqui em São Paulo o dia já estava bem bonito quando pegamos estrada, mas na serra sempre é mais fresquinho. Contudo, com o sol, sabia que esquentaria um pouco nas andanças por Campos. Afinal, queríamos apresentar o máximo possível para os nossos convidados naquele lindo dia. Por isso, optei por uma legging preta, uma botinha de franjas de cano curto, uma camisa masculina quase branca, um bom sobretudo marinho e, dar alegrar a produção, uma malha meio rosa meio laranja.

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Calça e malha: Zara | Bota: C&A | Camisa: Vila Romana | Bolsa: Via Mia | Óculos: RayBan | Vinho: Los Mendonzitos

 

Efeito cebolinha

O mais importante era estar confortável e que, ao tirar as camadas caso o calor aumentasse, a produção continuasse bonita e funcional. Ainda bem que pensei nesse detalhe, pois o dia esquentou um pouco, ainda mais que os passeios foram quase que totalmente ao ar livre e, na volta, por ser alta temporada, pegamos um bom trânsito na decida da serra, que fizeram a viagem levar quase o dobro do tempo.

Essenciais

Na bolsa, uma preta média de couro e velha de guerra, levei itens essenciais para o decorrer do dia: álcool em gel, lenços umedecidos íntimos, hidratante, enxaguante bucal, acessórios para fotografia, óculos de sol e de grau, maquiagem mínima de retoque, carteira, água e uma embalagem de biscoitos pequena. Confesso, não senti falta de nada e olha que saímos de 7h45 e retornamos quase de 22h.

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Com o sobretudo da TNG e marido!

Dica sobre bate-volta a Campos

A viagem foi uma delícia, mas costumo indicar fazer esse bate-volta a Campos em baixa estação ou, caso opte pela alta estação mesmo, no sábado ou durante a semana, pois a cidade fica menos cheia, as filas menores e é possível fazer todos passeios com calma, inclusive para tirar fotos. Para terem ideia: a fila para andar no teleférico do Morro do Elefante estava em mais de 2 horas de espera… Sem contar o trânsito! Optamos por ir no domingo, pois era a única data que dava certo.

Imagens: Ricardo Paulo

Beijinhos,

Assinatura Dê Barcelos

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2 comentários sobre “O ponto de cor

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